Mês: fevereiro 2018

16. fevereiro 2018

Pesadelos são normais?

Quando os bebês acordam chorando de madrugada, é muito provável que tenha sido por conta de um pesadelo. Esses sonhos que assustam as crianças são naturais, especialmente a partir dos seis meses de idade, e são comuns na vida de boa parte das pessoas, de todas as idades.

Nos primeiros meses, ao ter um sonho ruim, a reação do bebê é acordar chorando e gritando. No período pré-escolar, a criança costuma ter o hábito de correr para o quarto dos pais, para se sentir mais segura. Já quando estão mais grandinhos, conseguem compreender que foi apenas um sonho ruim e voltam a dormir em seguida.

Por que ocorre?

 

Uma pessoa pode sonhar de quatro a cinco vezes a cada noite, em média. Os sonhos significam que a mente está ativa, e ajudam-na a processar informações difíceis para o ser humano. Desta forma, o pesadelo, apesar de parecer terrível, é apenas uma forma de o inconsciente organizar as emoções, dando vazão aos medos, conflitos, angústias e ansiedades.

Para os pequenos, o pesadelo só deve ser motivo de preocupação se ocorrer em excesso. Isso porque esse tipo de sonho repetitivo pode ser o reflexo de algum sofrimento psíquico. Assim, os papais devem verificar se há tensões ou uma rotina conflituosa no ambiente familiar. A observação e o diálogo entre pai e mãe são fundamentais nesses casos.

 

O que fazer?

 

Se os sonhos ruins são esporádicos, a melhor maneira de agir é embalar o bebê, até que ele volte a adormecer tranquilo. Nesses momentos o colo é o bom e velho método para que o pequeno se sinta seguro. Por ser uma situação comum na vida de crianças e adultos, não é necessário se preocupar.

Caso os episódios de pesadelo comecem a desregular o sono e a atrapalhar as atividades do pequenino durante o dia, procurar um profissional da área pode ser uma boa maneira de resolver o problema. Desta forma, é possível identificar mais rapidamente a causa das insônias e retomar a tranquilidade de toda a família.

 

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A cafeína na gravidez

A cafeína é uma das substâncias mais consumidas do mundo, e pesquisas apontam que faz parte da rotina de 90% das gestantes. Isso porque, além do café, ela está presente em chocolates, refrescos de cola, alguns chás e até medicamentos.

 Sabe-se que uma boa xícara de café é uma ótima aliada para combater a fadiga e a sonolência – sintomas muito comuns da gestação. De acordo com a nutricionista Carla Alberici Pastore, da Universidade Federal de Pelotas, o consumo modesto de cafeína não traz riscos aos bebês. Porém, é preciso estar atento para que não ultrapasse 300 mg por dia, considerando-se todos os alimentos e bebidas ingeridos nesse tempo.

 

O ponto de atenção

 

Alguns estudiosos desaconselham completamente a ingestão de cafeína por grávidas, já que o organismo da gestante demora 18 horas para eliminar completamente a substância do corpo. Cerca de 12 a 14 horas a mais que um organismo comum.

 

 

O que fazer

 

Se a mamãe sente necessidade de ingerir cafeína, a dica é eliminar o hábito após as principais refeições, já que ela contém substâncias “antinutricionais”, que podem prejudicar a absorção de elementos importantes.

Experimente substituir gradualmente a cafeína por sucos de fruta, água e chás de ervas como a camomila ou a menta.

Independentemente da forma como a cafeína é consumida, é importante que a futura mãe consulte seu médico e coloque suas orientações em prática, para que a gestação transcorra com tranquilidade e qualidade de vida para mamãe e bebê.

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